A origem do queijo é como um mistério, não se sabe ao certo como tudo começou. Por ser bastante antigo, é praticamente impossível localizar a sua origem ou, até mesmo, concluir alguma data. Alguns especialistas pressupõem que os seus primórdios rondam os 8.000 anos a.C., aquando da domesticação das ovelhas pela primeira vez, e os 3.000 anos a.C.

Segundo conta uma lenda, o primeiro queijo pode ter sido descoberto de forma acidental por um árabe que, ao cavalgar em direção às montanhas, levou consigo leite de cabra para não ter sede durante o caminho. Ao chegar ao destino o árabe reparou que o leite se tinha divido em duas partes: uma sólida (coalhada) e outra líquida (soro).

Isto aconteceu devido à exposição ao sol/calor, ao recipiente que armazenava o leite – material feito de estômago de carneiro (que ainda continha o coalho, uma substância que ajuda a coagular o leite) e à agitação dos movimentos de cavalgar. Assim, quando escorreu o soro, obteve a matéria-prima que, ainda hoje, é utilizada para fabricar todos os queijos que conhecemos.

Existem inúmeros tipos de queijo que diferem consoante o país em que são fabricados, a qualidade do leite, o clima e o fabricante. Independentemente de quando foi descoberto, de onde é fabricado ou por quem, o queijo é, sem dúvida, uma mais valia para a saúde, já que contém bastantes nutrientes, proteínas, gorduras, sais minerais e vitaminas.